Mais Ria Deseado

18 de dezembro de 2009 | Conrado Seibel

Mais algumas fotos da Ria Deseado, tiradas com outra maquina e um angulo diferente.

Gaivotas em conselho ...

Gaivotas em conselho ...

Mamae gaivota com Junior.

Mamae gaivota com Junior.

Gaivota pensando na vida.

Gaivota pensando na vida.

Putz, pisei na caca ...

Putz, pisei na caca ...

Ligia feliz no meio dos bichos.

Ligia feliz no meio dos bichos.

Videos de curtissima metragem

18 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Consegui fazer uns videos para ter uma ideia do lugar. Eles tem poucos segundos para nao ficar pesado para carregar. Tem golfinhos, marcha dos pinguins e bate-boca entre lobos marinhos. Divirtam-se!

Passeio pela Ria

18 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Hoje foi um dia para ficar na historia, de tao lindo. Passeamos pela Ria Deseada na paz, sem multidoes e com o tempo maravilhoso. Soh estavamos nos e um casal de austriacos muito simpatico (nao aparecem muitos brasileiros por aqui, em compensacao esta cheio de europeus).

Primeiro passamos por encostas cheias de ninhos de cormoroes do tipo gris e roquero. Depois vimos lobos do mar e golfinhos lindos (bem dificeis de fotografar, mas consegui fazer um filminho bem rapido). Para terminar, a Isla dos Passaros, onde pudemos caminhar no meio dos pinguins como em Punta Tombo, com a diferenca fundamental de que nao estavamos acompanhados por uma horda de turistas (faz bastante diferenca; os animais ficam muito menos estressados e a gente pode caminhar bem devagarinho ao lado deles sem assusta-los). Eramos somente 6 pessoas na ilha toda. Parecia um Animal Planet (que eu adoro) ao vivo em alta definicao, coisa de emocionar mesmo. Nao fosse por outros motivos, soh o dia de hoje jah teria valido os 3.500 km que rodamos ateh aqui.

E amanha tem mais: vamos fazer um passeio de dia inteiro na Isla Pinguino, onde vivem os Pinguins de penacho amarelo, raros e descabelados. Esse eh um dos poucos lugares do mundo onde podem ser avistados.

Bote ancorado na Isla dos Passaros

Bote ancorado na Isla dos Passaros

Conrado fotografando os pinguins

Conrado fotografando os pinguins

Ceu estrelado de passaros

Ceu estrelado de passaros

Lobos marinhos e gaivotas

Lobos marinhos e gaivotas

Puerto Deseado

18 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

A ría eh uma das formas que podem ter a desembocadura de um rio. No caso da ria, o mar entra pela costa por dentro do rio de tal maneira que ele fica sujeito as mares. Na America do Sul, a Ria Deseada (onde estamos) eh a unica que existe.

Entao, Puerto Deseado fica na desembocadura do Rio Deseado, formando a tal ria. Nesses lugares, a fauna eh riquissima: tem lobos marinhos, pinguins, passaros de tudo quanto eh tipo e ateh golfinhos. Charles Darwin e o capitao do Beagle, o Fitz Roy, ficaram tao fascinados que subiram rio acima ateh as cordilheiras.

O lugar tem esse nome porque o primeiro navio ingles que aportou aqui se chamava Desire. Nao eh poetico? Adorei a historia.

Ontem jantamos maravilhosamente bem de novo (acho que nunca comemos tao bem numa viagem) no Restaurante El Pinguino. A temperatura estava 10° C e chovia a cantaros. Hoje amanheceu um dia lindissimo (nosso quarto tem vista para a Ria; essa viagem estah um luxo soh…) e a temperatura agora, perto do meio-dia, estah uns 14° C.

Solzinho da manha

Solzinho da manha

Hoje de manha demos umas voltas por umas estradinhas que costeavam o rio (as fotos abaixo sao uma amostra) e a tarde vamos fazer um passeio de barco pela ria para ver os bichos (vamos com a Darwin Expediciones). Uma curiosidade eh que todo mundo, desde que a gente chegou na Argentina, jura que a gente eh alemao…

O paraiso eh aqui

O paraiso eh aqui

Dia mais lindo

Dia mais lindo

Vista do Puerto Deseado

Vista do Puerto Deseado

Vista da Ria Deseada

Vista da Ria Deseada

Na estrada de novo

18 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Agora comecou realmente a parte inedita da viagem, por trechos que ainda nao tinhamos passado antes.

Ontem rodamos mais 735 km, de Puerto Madryn a Puerto Deseado. Nossa, foi punk mesmo. Primeiro saimos de Puerto Madryn com um ceu querendo muito chover pesado. Novamente as curvas amigas nos desviaram das nuvens pesadissimas.

A gente saiu de manha com esse ceu...

A gente saiu de manha com esse ceu...

No trecho entre Puerto Madryn e Comodoro Rivadavia, uma das maiores cidades patagonicas, o movimento de carros e caminhoes foi maior que eu esperava. Alias, a estrada passa por dentro de Comodoro, que eh bem grande. A gente atravessa algumas avenidas, bairros, rotatorias, trevos e quase se perde para voltar a estrada. Em Caleta Olivia foi a mesma coisa, parece que eles fazem de proposito para a pessoa se perder na cidade e nao seguir adiante. Boa parte do caminho contorna a costa atlantica, entao tem uns visuais de perder o folego de tao lindos.

A estrada tem trechos bons e outros nem tanto, mas o mais notavel eh o vento. Gente, o que era aquele vento?

De manha ele comeca normal, como um vento forte, porem civilizado. Mas conforme o dia vai avancando, ele vai ficando mais e mais nervoso, ateh que lah pelas 5 da tarde as forcas eolicas partem para a ignorancia e o negocio fica intratavel. Acho que a unica diferenca entre esse vento e um furacao eh que esse nao faz curva, eh sempre reto e de lado (infelizmente, sempre do mesmo lado); mas o mau humor eh igualzinho. A gente tem que fazer uma forca descomunal para manter a cabeca em cima do pescoco, fica exaurido com o exercicio.

Os ultimos 120 km foram os mais dificeis. Alem de jah estarmos bem cansados (na verdade, caindo aos pedacos), aquele vento malcriado virou de repente e ficou de frente, com toda a forca. Parecia que o capacete ia entrar cabeca adentro (os oculos chegaram a machucar um pouco). Alem disso, a temperatura que estava 28° C (segundo o termometro da moto), passou a 12° C em menos de uma hora (quase congelamos). Tambem teve um pouco de chuva e um desvio em estrada de terra por causa de obras de manutencao. Nao dah para dizer de jeito nenhum que foi um tedio…

Mas olha so o cenario que nos esperava em Puerto Deseado. Precisa dizer que valeu a pena?

Esse puerto eh mesmo lindo. Nao eh a toa que eh tao desejado...

Esse puerto eh mesmo lindo. Nao eh a toa que eh tao desejado...

Essa casinha amarela eh a sede da Darwin Expediciones

Essa casinha amarela eh a sede da Darwin Expediciones

Puerto Madryn

18 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Puerto Madryn eh uma delicia (esse teclado esta todo apagado e os acentos nao funcionam). Daqui ha varios passeios interessantes para a Peninsula Valdez e Punta Tombo, mas como jah fizemos esses e estavamos muito cansados, resolvemos vagabundear por um dia inteiro. Os jantares pantagruelicos continuaram (teve um dia que rolou ateh espumante em homenagem ao nosso amigo Neander que eh fan da bebida). O cambio estah realmente nos ajudando na vida buena…

Vista do pier, o mar eh lindo mas gelado, a julgar pelo ventinho...

Vista do pier, o mar eh lindo mas gelado, a julgar pelo ventinho...

Essa vida de motoviajante eh mucho buena

Essa vida de motoviajante eh mucho buena

A gente pegou um hotel bem antiguinho (inclusive precisando de uma reforma), mas tinha uma vista para o mar espetacular. Sem contar que a gente era acordado pelo sol que entrava de manha e ficava cutucando a gente em cima da cama. Dilicia…

Vista do quarto do hotel a tarde (de manha ninguem estava em condicoes de tirar fotos)

Vista do quarto do hotel a tarde (de manha ninguem estava em condicoes de tirar fotos)

Estamos na Patagônia!

15 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Hoje completamos 2.700 km de estrada e chegamos a Puerto Madryn, na Patagônia. A estrada estava ótima, o dia belíssimo e a temperatura perfeita (uns 20º). Nuvens de chuva nos espreitaram por toda a estrada, mas curvas amigas impediram nosso encontro com elas.

A gente já conhecia a cidade de outra viagem, é muito lindinha mesmo.  Fico impressionada com a luz e a cor da água. Como o câmbio está nos favorecendo, pegamos um hotelzinho charmoso de frente para o mar por meros R$ 80,00 (menos que um Íbis).

Aliás, a gasolina na Argentina, na regiao de Buenos Aires está o equivalente a R$ 1,80. Só que na Patagônia, por causa das distâncias enormes, o combustível é subsidiado. O resultado é que estamos pagando mais ou menos R$ 1,10 o litro por aqui. Bom, né?

A outra coisa a se observar é que a polícia está super bem comportada, nao fomos extorquidos nenhuma vez, como era comum nos outros anos. Aliás, passamos por vários postos e os guardas só acenaram; nem sequer pediram os documentos. Mas o controle fitosanitário está bem rigoroso, passamos por vários postos de fiscalizacao e em dois deles tivemos que abrir a bagagem para mostrar que nao trazíamos vegetais ou comida (esse cuidado todo é por causa da febre aftosa).

Fizemos uma assembleia extraordinária durante o jantar (magnífico!) e definimos que vamos ficar mais um dia em Puerto Madryn para recarregar as baterias e aproveitar um pouco mais esse lugar tao lindo…

Puerto Madryn, calcadao em frente ao hotel

Puerto Madryn, calcadao em frente ao hotel

Adoro esse colorido

Adoro esse colorido

Rumo a Baía Blanca

15 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Colocamos as rodas em Buenos Aires às 9h30 depois de passar pela aduana e desembarcar as motos na manha de uma segunda-feira, o que significa caos no trânsito. Na verdade, como aqui o fuso é uma hora para menos, eram 8h30 no horário local, bem na hora do rush matinal.

Acho que cada uma das ruas de Buenos Aires têm pelo menos 4 pistas, todas devidamente preenchidas por veículos de tamanhos, formatos, usos e idades diversas, mas com a mesma pressa em comum rumo a cruzamentos complicados. Para se ter uma ideia, sao duas pracas de pedágio com 20 guichês cada dentro do perímetro urbano! Uma verdadeira loucura! Nao sei  como teríamos saído de lá e achado a estrada certa sem o Conrado e seu infalível GPS. Era quase meio dia quando chegamos finalmente na estrada para Baía Blanca, nosso próximo destino.

A estrada era boa e o dia estava lindo, apesar do movimento intenso de caminhoes, mas deu tudo certinho (nossos anjos da guarda adoram uma garupa). Encontramos perros fofos nos postos de gasolina e exóticas parrillas na beira da estrada.

Quem nao tem gato, mata as saudades com cachorro mesmo

Quem nao tem gato, mata as saudades com cachorro mesmo

Chegamos cansadíssimos, mas jantamos como reis (dica preciosa do Cacá, restaurante Pavarotti, valeu mesmo!).

Baía Blanca é relativamente grande e parece rica (aqui funcionou o quartel general da Argentina na Guerra das Malvinas). Nao deu para conhecer muito, mas vimos um monte de lugares bacanas para comer (parece que a gente só pensa nisso, mas pilotar dá muita fome).

Buquebus

15 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Ontem acordamos às 4 da matina para carregar as motos, abastecê-las e pegar o buquebus às 6 horas. O trajeto dura 3 horas (tinha um mais rápido, de uma hora só, mas saía de Colônia de Sacramento somente às 11h30 e ainda tínhamos que rodar 640 km até Baía Blanca).

O buquebus é uma mistura de balsa, navio e aviao, que cruza o Rio da Prata (divisa entre Uruguai e Argentina) diariamente. Os horários nao batem muito (quando chegamos, a informacao que tínhamos era que o rápido saía às 9h30 segundo o site da empresa, completamente furado). Entao, tem que olhar no dia mesmo. O rápido é mais caro e cada moto paga separado. Mas o preco também nao bate muito bem, pois tivemos que ir de primeira classe (sorry) porque os lugares na classe turística tinham se esgotado. De qualquer maneira, a diferenca nao era tanta, mas, entre passagens para nós e para as motos foram quase R$ 400,00 (eles aceitam Mastercard e Visa).

A gente precisa chegar no embarque pelo menos uma hora antes para fazer o check-in, embarcar as motos e fazer papelada da imigracao. Apesar do sono e do cansaco, eu achei bem bacaninha…

No compartimento de veículos: parece balsa, mas é buquebus

No compartimento de veículos: parece balsa, mas é buquebus

Pessoa com cara de sono: parece aviao, mas é buquebus

Pessoa com cara de sono: parece aviao, mas é buquebus

Área interna: parece navio, mas é buquebus

Área interna: parece navio, mas é buquebus

Colonia de Sacramento

13 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni
Que peninha que a gente vai ter que dormir cedo porque temos que estar no porto as 45 da matina para pegar o buquebus para Buenos Aires. Adoro Colonia de Sacramento, essa cidade eh tudo. Pelo menos vamos jantar no El Drugstore, nosso restaurante favorito. Quem nao conhece, dah uma olhada no site duasmotos.com e olha a viagem que fizemos ao Uruguai ha alguns anos. Desculpem, mas o teclado acabou de perder todos os acentos e eu estou prestes a perder minha´paciencia com o Ruindows. Teria levado um decimo do tempo para fazer a mesma coisa no meu Mac. Como estou ha duas horas tentando publicar fotos, meu tempo se esgoto¿e a paciencia tambem+()¡¿?¿₧¨¨

Um dia de Uruguai

13 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Hoje o dia acordou iluminado e, como nao tínhamos coisa melhor a fazer, resolvemos cruzar o Uruguai de norte a sul (já tínhamos feito leste a oeste em outra viagem).

A única palavra que tenho para descrever esse país é repousante. As estradas sao excelentes, bem sinalizadas e o melhor de tudo, completamente VAZIAS (deve ser por isso que as estradas sao tao perfeitas, ninguém estraga). A cada 40 minutos passa um Chevette ou Passat bem velhinho andando a 50 km/h. De resto, só a paisagem bucólica, o relevo discreto e o vento geladinho. De carro talvez seja um pouco chato,  mas esse lugar é o paraíso para quem gosta de pilotar.

Como a gente sabia que só ver comida lá pelas 10 da noite (no Uruguai os restaurantes abrem tarde, como na Argentina), abrimos uma exceçao e almoçamos no caminho. Geralmente comemos apenas lanches para nao pesar e nao perder muito tempo,  mas dessa vez a fome era muita mesmo. E estava uma delícia!

Almoco caprichado

Almoco caprichado com purê de maça

Eu nao resisto a esses fofos

Eu nao resisto a esses fofos

A legenda diz: Speed Unlimited = lo mas prohibido

A legenda diz "Speed Unlimited: lo mas prohibido"

Aqui está cheio desses carrinhos antiguinhos fofos (esses sao Fiat 600)

Aqui está cheio desses carrinhos antiguinhos fofos (esses sao Fiat 600)

Jaguarao, tudo de bao…

13 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

A primeira coisa que noto no Uruguai é que o teclado nao tem til, somente ñ. Entao, vai assim mesmo, né?

Bom, Jaguarao é uma cidade histórica que merecia pelo menos um dia para ser fotografada com calma. Tem um centro histórico com prédios lindos e bem preservados. Levamos um susto, pois nunca tínhamos nos hospedado aqui e nao tínhamos ideia que precisava de reserva. Tivemos a sorte de pegar o último quarto vago (de frente para o pagodao na frente da praça) porque sujeito que tinha reservado ficou com medo da chuva e nao veio). Perguntei se estava rolando algum evento no local e o moço falou que todo final de semana era assim por causa da zona franca na fronteira. Os sacoleiros dominam o pedaço e fim de papo.

Hoje a gente saiu cedo, entao nao foi dessa vez que Jaguarao teve o registro fotográfico que merecia…

Cueca virada

12 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Olha só que prato exótico a gente encontrou na estrada! Na verdade, é o que eu conhecia por orelha de gato, mas cueca virada, vamos combinar, né? Com esse nome, fica difícil de engolir…

cueca

Mais um capítulo

12 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Hoje recomeçamos a corrida com obstáculos… saímos de Torres cedinho, mas o primeiro trecho não rendeu muito. É que os caramujos gaúchos são mais caprichosos; eles se deram ao requinte de instalar lombadas monumentais ao longo de todos os desvios esburacados, inclusive bem no meio das curvas. O efeito fica sensacional quando você está atrás de 10 caminhões (e na frente de outros 15).

Depois veio a Freeway e foi um bálsamo para os pneus, só que nos outros 350 km até Jaguarão o pacote foi completo: as estradas estavam ótimas, mas fomos açoitados vigorosamente por ventos musculosos acompanhado de uma chuva magrinha, mas competente. Estou tão cansada que a sensação é que passei o dia todo descarregando caixas de melancia no Ceasa… agora a gente só está esperando o restaurante do hotel abrir para devorar qualquer coisa que tenha lá!!

Amanhã temos mais 600 km até Colônia de Sacramento (Uruguai) e vamos ter que dormir cedinho, pois o buquebus sai de madrugada e antes temos que fazer a aduana.

É o melhor cansaço que se pode sentir, daqueles que a gente tinha quando era criança e ficava exausto de brincar o dia inteiro. Delícia essa vida de viajante…

Em Torres

11 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Já fizemos a segunda pior parte do trajeto (a pior é o mesmo trecho, só que no sentido inverso), que é a BR-101 sul. Gente, essa estrada é uma palhaçada - se eu fosse presidente morreria de vergonha (mas ele não tem vergonha de outras coisas piores, não é mesmo?).

A última vez que passamos por aqui faz us 3 anos (eu ainda estava de Falcon). O que posso dizer é que a única diferença é que agora tem pedágio. Mas os desvios continuam os mesmos (cerca de 41 que eu contei daquela vez - não deve ter diminuído); é como se um bicho-preguiça estivesse administrando a obra tocada por caramujos…

Pegamos só um pouquinho de chuva na viagem (não deu nem para molhar muito) e eu tinha umas fotos curiosas para postar, mas esse cyber aqui em Torres é muito lento e não tem porta USB disponível para descarregar as fotos (com a máquina menor, dá para aproveitar mais as oportunidades).

Amanhã vamos rodar mais uns 570 km até Jaguarão. Aguardem mais novidades ;)

Cantando pneu

9 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

A gente pretendia zarpar amanhã, mas ainda tem muita coisa para organizar, então vai ficar mesmo para sexta-feira. Vamos começar indo só até Torres, no Rio Grande do Sul (no primeiro dia a gente sempre faz poucos km porque nunca dá para sair muito cedo).

Mas dá licença, olha só a pernada que nos espera! São quase 10.000 km (ida e volta), onde a gente vai passar por vários lugares bacanas até passar o natal em El Calafate, cidade argentina onde está o Glaciar Perito Moreno. O mapa dá só uma vaga ideia…

Passe por aqui todo dia, sempre vai ter novidades!

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Quem vai cuidar?

9 de dezembro de 2009 | Lígia Fascioni

Todo ano, quando a gente viaja, a preocupação é quem vai cuidar dos nossos gatinhos. Pois agora conhecemos a Michelle Dias que virá todo dia para dar comida, água e carinho para os nossos fofos. Ela e o marido têm uma empresa de adestramento de cães e adoram bichos. Se você estiver com o mesmo problema, vai lá: www.adestradoronline.com. Assim a gente pode viajar sossegado.

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Horácio, Heitor e Haroldo.

Piadinha infame

20 de novembro de 2009 | Lígia Fascioni

O final de ano está corrido e esse blog vai começar mesmo a bombar depois do dia 11 de dezembro, quando a gente zarpa para o sul em busca de novas aventuras. Por enquanto só uma piadinha com motos que a minha mãe, cansada desse blog que nunca se atualiza, mandou para variar a página… o que seria de mim (e de vocês) sem o auxílio luxuoso da minha personal ombuswoman? Eeheheh….

hellomoto

Vende-se uma parca de cordura

18 de outubro de 2009 | Lígia Fascioni

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Sábado o Conrado e eu fomos a Curitiba para comprar luvas de frio e roupas de X-Power para a viagem do final do ano (Puerto Deseado, nos aguarde!) e acabei achando uma parca que faz conjunto com a minha calça (na época que eu comprei a calça, só tinha jaqueta e eu prefiro parca). Não resisti e comprei a linda (era carésima, mas o pessoal facilitou o pagamento, de maneira que começarei o ano endividada, porém, feliz!).

Pois é, agora estou com a minha parca antiga (essa da foto) que ainda está em bom estado, apesar de já ter visto muita estrada. Aí pensei que alguma leitora que ainda não tenha parca e esteja pensando em se iniciar no maravilhoso mundo das duas rodas (mesmo que seja na garupa; sempre começa assim) talvez possa querê-la. Então estou vendendo a guerreira por simbólicos R$ 50,00.

Se for uma pessoa que more em Florianópolis ou arredores fica mais fácil para entregá-la. Quem quiser se habilitar, basta escrever para ligia@duasmotos.com.

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Nota: A parca já foi vendida para a Leandra, de Porto Alegre!

Para testar capacetes

12 de outubro de 2009 | Lígia Fascioni

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O Conrado tem viajado a trabalho com muita frequência para a Alemanha e acabou descobrindo coisas bem bacanas relacionadas às maravilhosas máquinas de duas rodas. Ele achou uma loja que é tão sofisticada que tem até um túnel de vento com uma moto dentro para que se possa testar o comportamento dos capacetes antes de levá-los. Não é TUDO, gente?

Quando será que essa noção de valor para o cliente vai chegar aqui na terrinha? Aqui a gente mal pode experimentar os capacetes…

Clique aqui para ir ao site da loja e saber mais detalhes.