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Parada técnica

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sim, eu sei. Estamos devendo mais viagens e atualizações no site e no blog. É que esse primeiro ano em Berlin foi de muitas mudanças; a gente realmente planejava fazer uma grande viagem em agosto, mas por motivos de força maior, não foi possível. O roteiro está pronto (aliás, mais de um) e a gente teve que mandar as moças para a hibernação agora, pois logo vai começar a nevar.

Mas é só começar a esquentar um pouco no ano que vem (lá para maio ou junho) que a gente volta a rodar. Em agosto vai ter sim a grande viagem prometida, se tudo der certo (e há de dar).

Enquanto isso vamos postando aqui algumas curiosidades motociclísticas do Velho Mundo.

Por ora, fiquem com essa linda que encontrei na rua esses dias.

Motoboy alemão é outra coisa…

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Olha a moto do moço que faz os serviços gerais de uma instaladora de alarmes em Berlin. É mole?

Lavação de moto suja

domingo, 27 de maio de 2012

Pois é, depois da viagem ao Allgäu, as meninas ficaram imundas. Mas aqui em Berlin custa € 40,00 para mandar lavar cada uma. Sem chance.

Então, como é que o pessoal aqui faz? Bom, tem postos específicos para a lavação de carros e motos (aliás, é proibido lavar carros e motos na rua de casa, pois o sistema pluvial não está preparado para tratar detergentes). O jeito é botar a mão nas máquinas mesmo.

No posto em que a gente foi havia 8 boxes com essa função, era só entrar na fila (sim, tem fila). Você leva o sabão de casa (tem um tipo especial que não precisa esfregar, é só passar o spray), passa, coloca a moedinha no aparelho e recebe o jato de água na mangueira por alguns segundos. Se precisar de mais, é só colocar mais moedas. Lavar as duas motos ao mesmo tempo é vantagem; gastamos € 3,00 para lavar tudo em menos de 5 minutos. Bacana, né?

Para quem tem carro, ainda há aspiradores de pó disponíveis (na verdade, mangueiras enormes iguais às de água). Também funcionam à base de moedinhas.

Pena que os alemães são tão sérios para essas coisas; fazem tudo bem rápido e vão embora. Fosse no Brasil, com aquele movimento todo, já teria uma rodinha de pagode e o povo se divertindo e fazendo uma “social”…eheheh

Com todo mundo hoje morando em apartamento (e quem mora em casa jogando detergente na rede pluvial), taí uma ideia boa para se inspirar, né?

Você escolhe o tipo de jato que quer (tem uma placa ao lado com uma longa descrição de cada um), põe a moeda e aperta o botão. Pronto, já dá para sair água da mangueira.

Olha que moço bonito esse que está lavando as motos :)

Alguém tinha que ficar com as mãos secas para documentar o processo, né?

Para quem tem carro, é só usar um desses super-aspiradores-de-pó.

Só paga quando usa

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pois é, além de ser mais consciente para gastar o dinheiro que arrecada com os impostos, o governo alemão (e acho que de outros países europeus) é mais coerente também na hora de cobrá-los.

Como aqui neva durante muitos meses do ano e as motos não rodam nesse período, o imposto equivalente ao IPVA daqui é cobrado proporcionalmente ao tempo de circulação. Quando você licencia a moto pode escolher quais os meses em que vai pagar (só não vale rodar fora do período previsto). Isso tudo fica anotado na placa da moto, olha só o exemplo abaixo.

Os números 03 e 10 indicam os meses que limitam o período de uso: quer dizer que a moto pode rodar de março a outubro.

Não é bacana mesmo? Bem que aí no Brasil também podia ser assim, a gente escolher os meses que quer rodar e pagar o imposto proporcionalmente.

Dono de posto consciente

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Olha só que engraçado; na viagem de ida fomos por estradas vicinais para curtir mais a paisagem. Aí paramos em um posto de gasolina em que o dono era fanático por motocicletas (aliás, encontramos vários viajeiros no caminho, desde grupos bem grandes até casais sozinhos).

Pois olha só que bacana o banheiro do posto; apesar de minúsculo, tinha um suporte especial para capacetes. Boa ideia para ser imitada em todos os lugares, né? Os motociclistas agradecem…

Duas motos em Leipzig

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

As duas motos numa das áreas de descanso da Autobahn

Nossa, às vezes fico assustada com a minha ignorância sobre história. Ainda bem que o Conrado sabe muito e me explica os lances todos. Lembro que em 1989, quando caiu o muro de Berlin, eu fazia estágio, estava enlouquecida com as provas de eletrônica do último semestre da faculdade e os preparativos da formatura; um perfeito modelo da alienada. Soube que o tal famoso muro tinha caído, mas não ficou nenhum registro além. Agora, pouco a pouco, vou conhecendo os outros capítulos e tendo uma ideia da dimensão do acontecimento.

A gente passou o último final de semana em Leipzig, no coração da Saxônia, e aprendi muita coisa. E me comovi, me emocionei muito, cheguei até a chorar. Visitamos o museu da cidade que conta um pouco da história com fotos, imagens e objetos.

Tá, mas por que Leipzig? A história toda não se desenrolou em Berlin?

Bom, vamos do começo: o museu dá uma geral sobre as duas guerras, com ênfase na segunda. Saldo de mortos: 62 milhões. Caramba, é gente demais! Eu não tinha ideia desse número. Era um tal de pegar a população de um país como a Polônia, por exemplo, e avisar para 2 ou 3 milhões de pessoas que elas tinham 2 dias para dar o fora. Já pensou?

Bom, horrores à parte, acabou a tal guerra, a Alemanha perdeu, mas não se rendeu. Então pegaram o país e dividiram entre os vencedores: um pedaço para os EUA, outro para a França, outro para a Inglaterra e o último naco para a antiga União Soviética. Pois a URSS queria implantar o regime socialista; destruiu o que restou dos palácios (símbolos da burguesia) e construiu prédios horrorosos no lugar (é de doer os olhos mesmo). Os outros países meio que deixaram a coisa solta; queriam que a Alemanha se desenvolvesse para ser um modelo de como o capitalismo poderia dar certo (e para ser um mercado consumidor também, é claro). Bom, aí o pessoal começou a ver que do lado ocidental (capitalista), a vida parecia melhor e mais confortável e começou a se mudar para lá. Aos montes. O tempo todo. Sem parar.

Os russos ficaram (com razão) preocupados com a emigração massiva e decidiram fechar as fronteiras da parte que era deles. Do dia para a noite, em Berlin, passaram um arame farpado onde existia a delimitação, até então, apenas virtual e depois construíram o tal muro, com a desculpa que era para proteger o seu lado das más influências dos outros.

Tinha partes da fronteira que passava por dentro de prédios. Pois eles simplesmente expulsaram as famílias que viviam lá e emparedaram todas as janelas. Os vídeos mostram o desespero das pessoas, que já tinham passado pelo terror do nazismo e não precisavam de mais isso, né? Tem até um vídeo que mostra um soldado fugindo, saltando por cima do arame farpado para o outro lado.

Bom, Leipzig ficou do lado da Alemanha que pertencia à URSS. A cidade, completamente destruída pela guerra, hoje tem a arquitetura toda irregular. Partes antigas, lindíssimas, foram restauradas como eram; e convivem lado a lado com algumas monstruosidades da arquitetura comunista e outras tentativas mal sucedidas de modernidade. Imagine uma cidade em colapso total onde os homens todos morreram. As mulheres tiveram que carregar pedras para limpar as ruas, reconstruir tudo e arrumar um jeito de alimentar os filhos. Dureza.

Com a guerra fria, a situação econômica e política foi ficando bem complicada e a pressão era grande. Então o pessoal que se reunia na Igreja de São Nikolai (compartilhada por católicos e protestantes) começou um movimento pacífico e muito inteligente: todas as segundas-feiras eles se reuniam para rezar (e protestar contra o regime). Claro que qualquer tentativa de manifestação era tratada à bala pelos soldados e não foi pouca gente que morreu por falar o que não devia. Mas o governo nada podia fazer com a multidão andando pelas praças rezando e segurando velas nas mãos. A cada segunda-feira, o movimento aumentava mais, até  que a cidade inteira começou a participar. Depois, veio gente de todas as partes e aquela massa humana gigante começou a chamar atenção. Os líderes políticos não sabiam o que fazer, pois era um movimento totalmente pacífico — as pessoas só oravam e caminhavam juntas. A pressão ficou tão grande que o partido comunista não conseguiu segurar e sucumbiu ao movimento que resultou na queda do muro, em novembro de 1989 e, consequentemente, o primeiro passo para a reunificação do país.

Coisa forte. Emocionante, né?

E a igreja de San Nikolai, fundada em 1165, nem é tão bonita quanto importante

As outras fotos estão lá no Flickr. Para vê-las, é só clicar aqui.

Duas motos em Dessau

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Como dia 3 de outubro (segunda-feira) foi feriado aqui na Alemanha (data da reunificação), aproveitamos o fim de semana para dar uma volta de moto. O destino era Leipzig (próximo post), mas resolvemos passar em Dessau, que ficava no caminho, para conhecer a primeira escola de design da história, a Bauhaus. A kilometragem (ida e volta) foi pouco mais de 500 km. É que não dava para ir mais longe por causa da revisão dos 1.000 km da minha moto.

Na verdade, a Staatliches Bauhaus começou em Weimar em 1919 (ainda vou até lá, está na lista). Walter Gropius, o cérebro por trás do negócio, convidou artistas e arquitetos para bolar um jeito de projetar produtos já pensando em como seria a produção em série desses objetos. Tinha gente do naipe de Paul Klee, Wassily Kandinski, Marcel Breuer e Mies van der Rohe, só para citar alguns mais conhecidos. A ideia era que curso permeasse a arquitetura, a arte e o design, sem subdivisões entre essas áreas (Viu gente? No começo era essa coisa linda, todo mundo junto, sem brigas!). O processo criativo acontecia por meio de workshops, com muita experimentação (célula embrionária do design thinking).

Uma curiosidade é que Bauhaus, em alemão, significa literalmente “casa de construção” e na Alemanha inteira tem uma rede gigante de lojas de material de construção com esse nome, olha só.

Pois a instituição funcionou em Weimar até 1925, quando se mudou para Dessau, cidade mais industrializada, com mais potencial para sustentar a escola e aproveitar a mão-de-obra gerada lá. Os caras fizeram e aconteceram; tudo o que a gente vê hoje no projeto gráfico e de produto tem alguma referência de lá. Eles praticamente inventaram o design como o conhecemos hoje.

Bom, a questão é que, com a guerra e a tomada de poder pelos nazistas, o pessoal da Bauhaus passou a ser visto como um incômodo; imagina só um bando de gente esquisita que queria mudar o mundo duvidando dos padrões pré-estabelecidos, querendo criar coisas novas e métodos revolucionários; eles eram vistos como degenerados. Não tinha como. Foi então que começou o desmonte. Em 1932 a escola se mudou para Berlin e ficou só um ano.

Os principais professores começaram a emigrar para os Estados Unidos para evitar perseguições e a coisa foi ficando bem mais difícil de sustentar. Até convidaram uns ex-alunos para fundar a escola de Ulm, mas o projeto, iniciado em 1953, terminou em 1968 por causa de guerras de egos, brigas internas, política e todo tipo de complicação administrativa.

Mas, a despeito da história tão curta, a Bauhaus já tinha deixado a sua marca e espalhado sua semente pelo mundo.

A escola de Dessau foi quase que completamente destruída durante a segunda guerra e o campus foi aberto novamente, depois de uma cuidadosa restauração, em 1976; os prédios de Weimar e Dessau foram tombados pela UNESCO em 1996 como Patrimônio da Humanidade.

As instalações em Dessau são muito interessantes e dá até uma certa comoção de pisar lá dentro, andar pelas salas de aula e passear pelos prédios que serviam de moradia para esses visionários. Preciso ressaltar que o acervo da exposição permanente é bem pobre e até meio decepcionante, apesar das peças icônicas. Passeei pelo campus e vi os prédios dos laboratórios e a biblioteca; enfim, foi muito preciosa a sensação de andar por lá (apesar da maioria dos prédios estar fechado, pois era sábado véspera de feriado nacional).

Hoje eles oferecem apenas alguns cursos de pós-graduação e a produção não é nem sombra do que já foi; tenho inclusive minhas dúvidas se a equipe atual faz jus ao nome que carrega. Mas o prédio e as lembranças estão lá em uma verdadeira aula de história, para nos recordar para sempre onde foi que tudo começou.

Olha as duas motos atrás da cadeira, lá embaixo, no estacionamento da Bauhaus...

Você pode ver todas as fotos diretamente no Flickr (clique aqui).

Demorou, mas saiu!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Esse começo de ano está bem corrido, por isso a gente não tinha conseguido terminar o relatório da viagem de 2010 para a Ilha de Chiloé (Chile) no site duasmotos. Não tinha, porque agora já está tudo lá, bem explicadinho para quem quiser curtir as fotos ou repetir a façanha. Clica aqui e sobe na garupa. Você vai gostar, eu agarantio!!

Welcome to the top!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Esse é o nome da revista publicada pela Top Car (rede de revendedoras BMW em Santa Catarina), lançada na semana passada. Pois o Conrado e eu ganhamos nada menos que 6 páginas de reportagem; as fotos são todas do Michel Téo Sin. Olha só que bacana (é só clicar nas imagens para ampliá-las).

Para quem tem um sonho

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Eu sei, a gente está atrasado no relatório, mas tem muita coisa acontecendo junto com a reforma…

Por ora, vou deixar vocês com esse vídeo que recebi por e-mail do querido Verani. Ao contrário do que pensei no início, isso não é o trailer de um filme, mas uma propaganda do TC Bank de Taiwan, com 3 minutos de duração e baseada numa história real. Para ser sincera, não vi muita relação entre a história e o anunciante. Mas o resultado ficou lindo, comovente, inesquecível.

Conta a história de cinco amigos taiwaneses, com idade média de 81 anos; um não escutava mais, outro tinha câncer, três tratavam de problemas cardíacos, todos sofriam de artrite degenerativa e pareciam bastante depressivos.  Depois de 6 meses de preparação, os rapazes rodaram mais de 1.000 km em 13 dias viajando por Taiwan. E digo rapazes porque tenho cada vez mais certeza: uma moto é uma máquina do tempo disfarçada.

Olha, não tenho vergonha de dizer: meus olhos se encheram de lágrimas. Quem viaja de moto vai entender; mas quem não viaja vai entender também.

Como por algum motivo obscuro não estou conseguindo inserir o vídeo, clique sobre a figura que vai abrir uma janela nova lá no Youtube para você assistir. Imperdível.

Rebelde sem causa

sábado, 8 de janeiro de 2011

Às vezes, a gente se revolta contra um fabricante e não tem razão, olha só o perigo. Essa foi a primeira viagem longa com minha bota nova, vendida como totalmente impermeável (Daytona Touring Star GTX). Depois de umas 5 horas de chuva forte, olha só a quantidade de água que saiu de dentro dela:

Minha primeira reação foi xingar muito, afinal, estava com os pés gelados e fazendo ploft ploft. Mas olhava, examinava, e não achava o furo (ainda mais nos dois pés). Então, depois de outra chuva forte, comecei a reparar melhor e finalmente descobri o que aconteceu.

Minha calça, que já está na quinta viagem, perdeu as propriedades impermeáveis. Quando molha abaixo do joelho, a água escorre por dentro da calça e se infiltra pelas meias. Como a bota é totalmente impermeável, não deixa a água sair (é um inferno para secar depois). Enfim, a culpa era da calça, não da bota. E eu já estava bolando uma carta indignada para o fabricante — já pensou o mico?

Isso me fez pensar numa das coisas que aprendi o ano passado: percepção e realidade são duas coisas diferentes. É importante não confundir as duas; o que parece óbvio merece sempre mais uma análise…

Lição de tipografia

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

As casas aqui são numeradas de um jeito muito estiloso; as placas também têm o nome da rua (algumas, até o nome da família). Olha só uma amostra. Show, né?

San Antonio Pink

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Os guias de viagem já tinham relatado o fenômeno e, se a gente for ver, é mesmo: San Antonio de Areco tem muitas casas pintadas de rosa. Deve ser para combinar com os lindos buquês de flores das azaleias que invadem a cidade nessa época do ano. Coisa linda de se ver!

Essa cidade tem estilo


Buquê gigante combinando com a casa


Algumas são mais clarinhas


Aqui era a distribuidora da Coca-Cola

Um bosque muito raro

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Hoje, depois do café, pegamos um ônibus e fomos até o porto. O objetivo era pegar um barco para visitar (segundo eles) o único bosque de arrayanes do mundo. Arrayane é uma árvore da família das goiabeiras e jabuticabeiras que cresce muito devagar. O tronco se alarga apenas 1 mm por ano. No bosque, a média de idade das árvores era de 200 anos, mas havia exemplares de 650 anos!

O tronco é cor de canela, um amarelo escuro dourado. Quando a gente toca na árvore, dá para sentir que ela é bem fria, porque retém muita umidade para sobreviver. No final de janeiro, começa a florada (flores brancas) e depois de março vêm os frutos (imagino que deva ser parecido com uma jabuticaba). O bosque é muito lindo mesmo, digno de uma visita demorada.

Companheiros de ponto de ônibus


Lugarzinho feio e com comida ruim..eheheh


Barco que nos levou ao bosque


Árvores raras e antigas


Um lugar muito especial


Tem lugar lindo nesse mundo que a gente nem imagina...


Pega do Munício

sábado, 18 de dezembro de 2010

Agora já estamos em São Borja. Dia exuberante, estradas tranquilas, calor (35 graus às 6 da tarde), não dá pra reclamar. 

Saímos às 7 da matina de Floripa e os amigōes Cacá, Nina e Maciel caíram da cama em pleno sábado só para virem se despedir da gente e registrar a largada (sãos uns fofos mesmo; não sei se eu seria capaz de uma prova assim, ainda mais em época de festas…).

Ôba, chegou o dia!

Cacá, Nina, Maciel, eu e o Conrado

Depois de 883 km cá estamos nós, deliciosamente exaustos. Minhas mãos de mulher fina já começaram a sentir a dureza da estrada (quebrei uma unha e comecei a desenvolver calos diversos), mas faz parte…ehehe…

Na cidade de Bozano, num posto de gasolina, olha só que cartaz engraçado: o tal do Munício deve ser bom mesmo, pois o pega dele vale prêmio de rodeio. Nada contra o rapaz, mas acho que prefiro minha parte em dinheiro…eheheh…

Que tal um pega do Munício?

Deixe sua avó longe da moto!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Senão, olha só o que ela pode fazer com sua querida máquina… cobri-la de crochê! Brincadeiras à parte, o trabalho ficou interessante, mas meio over, né? A ideia foi da artista americana Theresa Honeywell. Eu tenho cá para mim que ela brigou com o marido e não quis mais que ele andasse de moto; então bolou essa vingancinha cor-de-rosa.

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Quem mandou esse impressionante trabalho foi minha mãe, que recebeu por e-mail.

Entrevista no Dia do Motociclista

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Fiquei sabendo que ontem foi o Dia do Motociclista porque me convidaram para dar uma entrevista no programa Ver Mais da RIC Record Santa Catarina. A apresentadora foi simpaticíssima e a equipe de produção, muito atenciosa. Olha só como ficou.

Caricatura de motociclistas

terça-feira, 27 de julho de 2010

Olha só que caricatura mais bacana o nosso amigo Rodrigo Tramonte fez da gente! Quer a sua também? É só mandar um e-mail para ele (também vale a visita ao site para ver outros trabalhos desse rapaz talentoso).

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Lígia, Conrado e Haroldo, segundo Rodrigo Tramonte

Capacetes engraçados

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Olha só que estampas criativas os russos da agência Good!Creative inventaram. Já escolheu o seu capacete?

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Achei no Follow the Colours.

Cada moto com sua posição de pilotagem

quarta-feira, 31 de março de 2010

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Achei no Chongas.